terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Indo....

Devagar.
Ele fecha os olhos quando ri.
Olha em cada milésimo de segundo.
E assim, com tanta pressa.
Atropelo-lhe os pés.
Prendo-lhe as mãos.
-Que na verdade nunca estarão presas.
Com a pressa angustiante.
Por cada metro quadrado de si.
Então lá vou eu de novo.
Inquietantemente burra,
Afogando-me em lágrimas compulsórias.
Sem nenhum método previsível.


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